Largadas viram preocupação central após testes no Bahrein

Os testes no Bahrein deixaram as equipes de Fórmula 1 preocupadas: as largadas ficaram mais difíceis e podem virar assunto urgente na próxima reunião da Comissão da FIA.

Com a retirada do MGU-H pelo novo regulamento, o motor a combustão agora é o único responsável por deixar o turbo pronto antes da largada. Por causa disso, os motores precisam girar em rotações bem mais altas e por mais tempo.

Durante os testes pré-temporada, as equipes trabalharam acima de 12 mil rpm, chegando a passar de 13 mil, algo que antes só acontecia em momentos de esforço máximo.

Foto: Getty Images

Isso tornou o processo de largada mais demorado, aumentou o desgaste das peças e trouxe mais risco de falhas. Alguns pilotos já avisaram que um pequeno erro pode fazer perder várias posições logo no início da corrida.

Entre as possíveis soluções estão criar um tempo fixo no grid para que as equipes se preparem melhor e rever as regras sobre o uso do MGU-K, que hoje é limitado. O desafio é melhorar a largada sem prejudicar o desempenho e a confiabilidade do carro durante a volta.

Com o GP da Austrália chegando, as equipes querem uma decisão rápida para evitar que as largadas virem um problema, ou até um caos,  nesta temporada.

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